segunda-feira, agosto 30, 2004
farmácias
no outro dia tive de ir à farmácia para comprar algo com ingredientes laxantes e deparo-me com uma curta fila de pessoas à minha frente. retirei o número e sentei-me, bem comportado, à espera que a farmacêutica me chamasse. eram 4 farmacêuticos atrás do balcão, motivo suficiente para o serviço ser rápido e eficaz. errado! quando metade dos farmacêuticos conhece o casal de idosos que lá vai medir a pressão arterial de 2 em 2 dias, com medo de mijar para as botas de um momento para o outro, o serviço torna-se explicavelmente moroso e penoso.
é mau esperar. é mau esperar para ser atendido. é mau esperar para ser atendido num local com odor a um hospital em ponto pequeno. é muito mau esperar nestas condições e ainda por cima, ouvir que a "idália comprou duas dúzias de sementes de rosas amarelas para plantar no jardim da sua casinha de férias em amarante". o tempo passava e os dois farmacêuticos que realmente se dignavam trabalhar, tinham em mãos, o dobro do trabalho. não se queixaram, já devem estar habituados, ou então calhou o dia da "folga" dos outros dois e estes terão realmente de trabalhar.
pensava que as farmácias eram particulares e não da função pública.
no outro dia tive de ir à farmácia para comprar algo com ingredientes laxantes e deparo-me com uma curta fila de pessoas à minha frente. retirei o número e sentei-me, bem comportado, à espera que a farmacêutica me chamasse. eram 4 farmacêuticos atrás do balcão, motivo suficiente para o serviço ser rápido e eficaz. errado! quando metade dos farmacêuticos conhece o casal de idosos que lá vai medir a pressão arterial de 2 em 2 dias, com medo de mijar para as botas de um momento para o outro, o serviço torna-se explicavelmente moroso e penoso.
é mau esperar. é mau esperar para ser atendido. é mau esperar para ser atendido num local com odor a um hospital em ponto pequeno. é muito mau esperar nestas condições e ainda por cima, ouvir que a "idália comprou duas dúzias de sementes de rosas amarelas para plantar no jardim da sua casinha de férias em amarante". o tempo passava e os dois farmacêuticos que realmente se dignavam trabalhar, tinham em mãos, o dobro do trabalho. não se queixaram, já devem estar habituados, ou então calhou o dia da "folga" dos outros dois e estes terão realmente de trabalhar.
pensava que as farmácias eram particulares e não da função pública.
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