sábado, setembro 24, 2005
o gene tuga
é verdadeiramente impressionante a força que o gene português tem no mundo.
não estamos bem em portugal, é um facto! desde os tempos dos descobrimentos que temos a necessidade de sair do nosso cantinho e espalhar a nossa semente pelo mundo.
actualmente podemos ver os reflexos de tanta semente espalhada.
portugueses de 2ª e 3ª geração, casados, com bons empregos e perfeitamente inseridos na comunidade do país onde vivem, não passam sem alguns velhos hábitos tugas.
é raro o português emigrado ou filho de emigrantes que :
- deixou de comer pasteis de bacalhau, rissóis de camarão e croquetes. (aliás, é raro o que deixou de comer bacalhau);
- deixou de se reunir na casa do seu clube do coração, para ver os jogos em directo (por satélite) e beber umas mines;
- deixou de frequentar todas as festas de cariz lusitano que se passam no país onde moram, mesmo que para isso, tenham de percorrer 800 km de carro;
- não tem uma fotografia da amália ou do eusébio, algures pela casa;
- está na rua, quando de repente ouve falar português e não deixa de esboçar um sorriso nos lábios, pensando: "já há tanto tempo que não ouvia um CARALHO tão bem dito...".
resumindo e concluindo...por mais gerações que passem, os filhos dos emigrantes serão sempre tugas!
é verdadeiramente impressionante a força que o gene português tem no mundo.
não estamos bem em portugal, é um facto! desde os tempos dos descobrimentos que temos a necessidade de sair do nosso cantinho e espalhar a nossa semente pelo mundo.
actualmente podemos ver os reflexos de tanta semente espalhada.
portugueses de 2ª e 3ª geração, casados, com bons empregos e perfeitamente inseridos na comunidade do país onde vivem, não passam sem alguns velhos hábitos tugas.
é raro o português emigrado ou filho de emigrantes que :
- deixou de comer pasteis de bacalhau, rissóis de camarão e croquetes. (aliás, é raro o que deixou de comer bacalhau);
- deixou de se reunir na casa do seu clube do coração, para ver os jogos em directo (por satélite) e beber umas mines;
- deixou de frequentar todas as festas de cariz lusitano que se passam no país onde moram, mesmo que para isso, tenham de percorrer 800 km de carro;
- não tem uma fotografia da amália ou do eusébio, algures pela casa;
- está na rua, quando de repente ouve falar português e não deixa de esboçar um sorriso nos lábios, pensando: "já há tanto tempo que não ouvia um CARALHO tão bem dito...".
resumindo e concluindo...por mais gerações que passem, os filhos dos emigrantes serão sempre tugas!
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