sexta-feira, dezembro 09, 2005
bronca
um amigo meu comprou um cartão de outra rede e decidiu dar baile aos amigos com aquele número de telemóvel novo que ninguém conhecia.
metia um tecido dentro da boca e fazia uma voz aguda, tornando a voz familiar dele, na voz de um completo estranho. todos cairam...incluindo eu!
deu o baile e divertiu-se bastante! apenas alguns minutos após o telefonema dele, recebo nova chamada de outro número que não tinha na minha lista telefónica. atendi...do outro lado ouvi uma voz estridente:
"está lá?"
"sim...", disse eu a rir-me.
"fala o rui?"
"é verdade sim senhor! daqui é o rui!", disse eu prontamente em tom jocoso.
um silêncio gerou-se do outro lado.
"ahh..rui?", retorquiu a voz estridente.
"sim...o que é que tu queres pá..?"
"senhor rui, daqui fala a esposa do senhor custódio...ele pediu-me para lhe telefonar.."
desta vez foi o silêncio que se gerou na minha boca...o meu cérebro pesquisava à velocidade da luz na minha base de dados interna quem seria o sr. custódio...
"ahhh...foda-se!", pensei! "é verdade! ele disse que me ia telefonar, como está?", disse eu numa falsa calma aparente.
moral da história: se um relâmpago não cai duas vezes no mesmo local, uma partida telefónica também não acontece duas vezes na mesma hora.
um amigo meu comprou um cartão de outra rede e decidiu dar baile aos amigos com aquele número de telemóvel novo que ninguém conhecia.
metia um tecido dentro da boca e fazia uma voz aguda, tornando a voz familiar dele, na voz de um completo estranho. todos cairam...incluindo eu!
deu o baile e divertiu-se bastante! apenas alguns minutos após o telefonema dele, recebo nova chamada de outro número que não tinha na minha lista telefónica. atendi...do outro lado ouvi uma voz estridente:
"está lá?"
"sim...", disse eu a rir-me.
"fala o rui?"
"é verdade sim senhor! daqui é o rui!", disse eu prontamente em tom jocoso.
um silêncio gerou-se do outro lado.
"ahh..rui?", retorquiu a voz estridente.
"sim...o que é que tu queres pá..?"
"senhor rui, daqui fala a esposa do senhor custódio...ele pediu-me para lhe telefonar.."
desta vez foi o silêncio que se gerou na minha boca...o meu cérebro pesquisava à velocidade da luz na minha base de dados interna quem seria o sr. custódio...
"ahhh...foda-se!", pensei! "é verdade! ele disse que me ia telefonar, como está?", disse eu numa falsa calma aparente.
moral da história: se um relâmpago não cai duas vezes no mesmo local, uma partida telefónica também não acontece duas vezes na mesma hora.
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