segunda-feira, março 06, 2006
negócios vs. amigos
toda a vida ouvi dizer que não se devem fazer negócios com amigos. dá sempre asneira!
quem quer vender, quer ganhar o máximo possível. quem quer comprar, quer pagar o menos possível. por vezes é difícil arranjar um meio termo que todos fiquem felizes.
o mesmo se aplica na vida laboral. se formos patrões e empregarmos um amigo, temos tendência a perdoá-lo pelos seus erros, mais que qualquer outro. se por outro lado, formos o empregado, temos tendência a pensar que o patrão amigalhaço, nos vai deixar chegar tarde em certo dia, porque a noite anterior foi atribulada.
existe ainda o caso do meio termo numa venda ter sido conseguido e ambos terem ficado contentes com o negócio. o comprador pagou o que achava justo e o vendedor recebeu o que achava correcto. até aqui tudo bem...
vamos exemplificar com um monitor:
o amigo A dirige-se à loja de informática do amigo B e pergunta por preços de monitores.
o amigo B consegue um excelente preço num monitor que o amigo A acha ter as condições ideais. o amigo A compra-o. o amigo A fica feliz com a compra e o amigo B, idém.
(um monitor, entre muito material electrónico, tem 2 anos de garantia)
passado 1 mês, o monitor começa a dar problemas graves e o amigo A dirige-se à loja do amigo B, reclamando o que é devido. "um monitor novo ou o arranjo do avariado".
o amigo B guarda para último o arranjo do monitor, visto ser amigalhaço do amigo A e o que importa na realidade são os clientes-não-amigos.
vai passando, vai esquecendo...passa uma semana, um mês, dois meses, um ano e nada...
obviamente, o amigo A não voltou a fazer negócios com o amigo B.
será que o amigo B ainda se lembra?
toda a vida ouvi dizer que não se devem fazer negócios com amigos. dá sempre asneira!
quem quer vender, quer ganhar o máximo possível. quem quer comprar, quer pagar o menos possível. por vezes é difícil arranjar um meio termo que todos fiquem felizes.
o mesmo se aplica na vida laboral. se formos patrões e empregarmos um amigo, temos tendência a perdoá-lo pelos seus erros, mais que qualquer outro. se por outro lado, formos o empregado, temos tendência a pensar que o patrão amigalhaço, nos vai deixar chegar tarde em certo dia, porque a noite anterior foi atribulada.
existe ainda o caso do meio termo numa venda ter sido conseguido e ambos terem ficado contentes com o negócio. o comprador pagou o que achava justo e o vendedor recebeu o que achava correcto. até aqui tudo bem...
vamos exemplificar com um monitor:
o amigo A dirige-se à loja de informática do amigo B e pergunta por preços de monitores.
o amigo B consegue um excelente preço num monitor que o amigo A acha ter as condições ideais. o amigo A compra-o. o amigo A fica feliz com a compra e o amigo B, idém.
(um monitor, entre muito material electrónico, tem 2 anos de garantia)
passado 1 mês, o monitor começa a dar problemas graves e o amigo A dirige-se à loja do amigo B, reclamando o que é devido. "um monitor novo ou o arranjo do avariado".
o amigo B guarda para último o arranjo do monitor, visto ser amigalhaço do amigo A e o que importa na realidade são os clientes-não-amigos.
vai passando, vai esquecendo...passa uma semana, um mês, dois meses, um ano e nada...
obviamente, o amigo A não voltou a fazer negócios com o amigo B.
será que o amigo B ainda se lembra?
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