quinta-feira, novembro 16, 2006
escravatura
há alguns dias, ouvi nos noticiários e nas rádios que alguns portugueses foram para países nórdicos, na esperança de um bom emprego e uma remuneração de acordo com as normas do país em questão. após algumas semanas, viram que tudo era um processo muito duvidoso e o pior receio deles, tornou-se realidade.
as condições não eram as prometidas, o ordenado nunca mais chegava e ninguém do governo português ou do país onde estavam, lhes dava satisfações.
a comunicação social apelidou estas pessoas de escravos.
na minha humilde opinião, um escravo é um sujeito que está completamente na posse de alguém ou de uma entidade. é sua pertença completa e não poderá cometer alguma acção sem o prévio conhecimento do seu dono.
os verdadeiros escravos viajavam às centenas de cada vez, no convés de navios. atravessavam oceanos e continentes. morriam à fome, à sede, de escorbuto e todas as doenças que se podem apanhar em lugares claustrofóbicos e húmidos, durante semanas a fio. quando estavam cansados de trabalhar de sol a sol, eram chicoteados e viam os seus companheiros ser mortos ao lado deles. por último e principalmente, eram raptados do seu país natal e das suas famílias, contra a sua vontade.
agora, estão a dizer que estes portugueses são escravos?
há alguns dias, ouvi nos noticiários e nas rádios que alguns portugueses foram para países nórdicos, na esperança de um bom emprego e uma remuneração de acordo com as normas do país em questão. após algumas semanas, viram que tudo era um processo muito duvidoso e o pior receio deles, tornou-se realidade.
as condições não eram as prometidas, o ordenado nunca mais chegava e ninguém do governo português ou do país onde estavam, lhes dava satisfações.
a comunicação social apelidou estas pessoas de escravos.
na minha humilde opinião, um escravo é um sujeito que está completamente na posse de alguém ou de uma entidade. é sua pertença completa e não poderá cometer alguma acção sem o prévio conhecimento do seu dono.
os verdadeiros escravos viajavam às centenas de cada vez, no convés de navios. atravessavam oceanos e continentes. morriam à fome, à sede, de escorbuto e todas as doenças que se podem apanhar em lugares claustrofóbicos e húmidos, durante semanas a fio. quando estavam cansados de trabalhar de sol a sol, eram chicoteados e viam os seus companheiros ser mortos ao lado deles. por último e principalmente, eram raptados do seu país natal e das suas famílias, contra a sua vontade.
agora, estão a dizer que estes portugueses são escravos?
Enviar um comentário