quinta-feira, agosto 15, 2013
pais e mães
a minha mulher faz parte de um grupo de facebook chamado "mães". simplemente "mães". é um daqueles grupos tipo sociedade secreta, que apenas se entra por convite de um membro existente. pensando bem, de secreto tem pouco, porque já conta com quase 6500 membros e já foi notícia em vários orgãos de comunicação social.
pelo pouco que conheço do grupo, parece-me que tem um fundo bom e até pode dar jeito a diversas pessoas. ali, as mães tiram dúvidas e dão a conhecer os seus casos, sem nunca entrar em grande detalhe da sua vida pessoal. já ouvi histórias das mais básicas como por exemplo "que fazer quando o vosso filho está a ter uma otite?" ou num extremo "sei de um casal onde a mãe morreu e o pai está desempregado. como podemos ajudar esta família?". passado uns dias, o pai tinha emprego, os filhos tinham roupa e juntaram umas centenas de euros para lhes dar.
isto tudo é bom e isto tudo é bonito! (mais ou menos...)
foi criado o grupo dos pais e eu entrei...
os tópicos do grupo não eram tão vocacionados para os filhos e família. era mais para falar de futebol, cerveja e gajas na praia. muito de vez em quando, referia-se algo que se poderia assemelhar a um tema sobre o filho de algum membro do grupo. mas muito ao de leve.
a gota de água foi quando quiseram marcar um encontro no jardim da estrela para nos conhecermos todos. pensei para os meus botões: "eu odeio pessoas...não gosto de estranhos...mas provavelmente iria fazer-me bem se fosse a este encontro conhecer outros pais".
passado dois segundos molhei a cara, olhei para o monitor e abandonei o grupo para nunca mais voltar. foi a decisão mais sábia que tomei em toda a vida.
a minha mulher faz parte de um grupo de facebook chamado "mães". simplemente "mães". é um daqueles grupos tipo sociedade secreta, que apenas se entra por convite de um membro existente. pensando bem, de secreto tem pouco, porque já conta com quase 6500 membros e já foi notícia em vários orgãos de comunicação social.
pelo pouco que conheço do grupo, parece-me que tem um fundo bom e até pode dar jeito a diversas pessoas. ali, as mães tiram dúvidas e dão a conhecer os seus casos, sem nunca entrar em grande detalhe da sua vida pessoal. já ouvi histórias das mais básicas como por exemplo "que fazer quando o vosso filho está a ter uma otite?" ou num extremo "sei de um casal onde a mãe morreu e o pai está desempregado. como podemos ajudar esta família?". passado uns dias, o pai tinha emprego, os filhos tinham roupa e juntaram umas centenas de euros para lhes dar.
isto tudo é bom e isto tudo é bonito! (mais ou menos...)
foi criado o grupo dos pais e eu entrei...
os tópicos do grupo não eram tão vocacionados para os filhos e família. era mais para falar de futebol, cerveja e gajas na praia. muito de vez em quando, referia-se algo que se poderia assemelhar a um tema sobre o filho de algum membro do grupo. mas muito ao de leve.
a gota de água foi quando quiseram marcar um encontro no jardim da estrela para nos conhecermos todos. pensei para os meus botões: "eu odeio pessoas...não gosto de estranhos...mas provavelmente iria fazer-me bem se fosse a este encontro conhecer outros pais".
passado dois segundos molhei a cara, olhei para o monitor e abandonei o grupo para nunca mais voltar. foi a decisão mais sábia que tomei em toda a vida.
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