quinta-feira, fevereiro 24, 2011
maneira de estar
penso poder dizer que cresci num ambiente normal, dentro da sociedade portuguesa. não fui protegido em demasia, nem me deram soltura para fazer tudo o que me passava pela cabeça. penso que todos estes factores, me deram um senso comum equilibrado e uma maneira de ver a sociedade onde estou inserido, de maneira racional.
quando estou a frio (como qualquer pessoa normal), consigo encontrar o ponto de equilíbrio entre a justiça e a injustiça. obviamente, quando estou a quente, um turbilhão de emoções vagueia pelo meu cérebro e penso no imediato em: matar pessoas, destroçar famílias e se possível, fazer o máximo de danos possíveis em tudo ao meu redor. mas não faço...nem nunca fiz! deixo passar, penso meticulosamente e no fim de tudo, mudo de opinião...a frio!
esta lenga-lenga toda para dizer que odeio, abomino, detesto e desprezo, pessoas com atitudes de barracas! quando digo "barracas", não falo certamente da sua condição social. este tipo de pessoa tanto nasceu num berço de ouro, na mais rica família de cascais, como no pior aglomerado de lixo de rabo de peixe, açores.
a atitude e maneira de falar com amigos e estranhos em público é a melhor prova da barraquice de alguém e a zona preferencial de acção destas pessoas é o local público. estas pessoas, que vivem em sociedade desde que se lembram, quando activam o "modo barraca!", esquecem que existe mais alguém ao seu redor e quando abrem o autoclismo, nada nem ninguém os pára. começam por levantar a voz e meter a mão na cintura e passado uns minutos, já metade da população portuguesa se apercebeu que o namorado se esqueceu de comprar "fiambre, o mais fino possível, senão fico com azia".
não lido bem com confrontos em público e tons de voz elevados. não há sítio melhor para se resolver um debate que no silêncio de nossas casas, carros ou num elevador, com a voz colocada e de maneira a não furar tímpanos.
se és um(a) barraqueiro(a), apreciava que tivesses o mesmo fim que o nino vieira...
penso poder dizer que cresci num ambiente normal, dentro da sociedade portuguesa. não fui protegido em demasia, nem me deram soltura para fazer tudo o que me passava pela cabeça. penso que todos estes factores, me deram um senso comum equilibrado e uma maneira de ver a sociedade onde estou inserido, de maneira racional.
quando estou a frio (como qualquer pessoa normal), consigo encontrar o ponto de equilíbrio entre a justiça e a injustiça. obviamente, quando estou a quente, um turbilhão de emoções vagueia pelo meu cérebro e penso no imediato em: matar pessoas, destroçar famílias e se possível, fazer o máximo de danos possíveis em tudo ao meu redor. mas não faço...nem nunca fiz! deixo passar, penso meticulosamente e no fim de tudo, mudo de opinião...a frio!
esta lenga-lenga toda para dizer que odeio, abomino, detesto e desprezo, pessoas com atitudes de barracas! quando digo "barracas", não falo certamente da sua condição social. este tipo de pessoa tanto nasceu num berço de ouro, na mais rica família de cascais, como no pior aglomerado de lixo de rabo de peixe, açores.
a atitude e maneira de falar com amigos e estranhos em público é a melhor prova da barraquice de alguém e a zona preferencial de acção destas pessoas é o local público. estas pessoas, que vivem em sociedade desde que se lembram, quando activam o "modo barraca!", esquecem que existe mais alguém ao seu redor e quando abrem o autoclismo, nada nem ninguém os pára. começam por levantar a voz e meter a mão na cintura e passado uns minutos, já metade da população portuguesa se apercebeu que o namorado se esqueceu de comprar "fiambre, o mais fino possível, senão fico com azia".
não lido bem com confrontos em público e tons de voz elevados. não há sítio melhor para se resolver um debate que no silêncio de nossas casas, carros ou num elevador, com a voz colocada e de maneira a não furar tímpanos.
se és um(a) barraqueiro(a), apreciava que tivesses o mesmo fim que o nino vieira...
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