segunda-feira, maio 16, 2011
a crise!
este substantivo feminino de que tanto se fala nos últimos 4 anos tem milhares de culpados espalhados pelo globo. o portuguesinho idiota, gosta de colocar responsabilidades apenas e só numa pessoa e geralmente é um ódio de estimação, que se torna um alvo a abater durante anos a fio. na ditadura, o culpado era o salazar, depois passou a ser o cavaco silva, em seguida, o guterres, depois o cherne durão barroso e agora o sócrates.
o facto real é que não se atravessa um momento nada bom e também é verdade que não se está a ver o fim a isto. em 2008, dizia-se que era mais 3 anos. agora, passados esses 3 anos, diz-se que quando o FMI sair de cá, aí é que isto vai estar recomendável. obviamente que em 2014 a conversa não vai ser bem assim...
mas hoje em dia e salvo honrosas pessoas que querem mesmo trabalhar, o comum do português não gosta de ter muito trabalho. nos últimos tempos, por experiência própria ou de alguém perto de mim, soube de diversos casos de recusa de trabalho, quando o próprio anuncia que faz o tal ofício.
"entregar esse equipamento em fornos de algodres? não sei se consigo!"
"a canalização da sua casa de banho rebentou? esta semana não posso..."
"não gosto muito de pintar casas...nem sequer tenho pessoal disponível para este mês!"
"eu sei que me está a oferecer trabalho, mas fazer o horário da noite para mim é chato"
se querem, conseguem!
se não querem, é porque não precisam!
este substantivo feminino de que tanto se fala nos últimos 4 anos tem milhares de culpados espalhados pelo globo. o portuguesinho idiota, gosta de colocar responsabilidades apenas e só numa pessoa e geralmente é um ódio de estimação, que se torna um alvo a abater durante anos a fio. na ditadura, o culpado era o salazar, depois passou a ser o cavaco silva, em seguida, o guterres, depois o cherne durão barroso e agora o sócrates.
o facto real é que não se atravessa um momento nada bom e também é verdade que não se está a ver o fim a isto. em 2008, dizia-se que era mais 3 anos. agora, passados esses 3 anos, diz-se que quando o FMI sair de cá, aí é que isto vai estar recomendável. obviamente que em 2014 a conversa não vai ser bem assim...
mas hoje em dia e salvo honrosas pessoas que querem mesmo trabalhar, o comum do português não gosta de ter muito trabalho. nos últimos tempos, por experiência própria ou de alguém perto de mim, soube de diversos casos de recusa de trabalho, quando o próprio anuncia que faz o tal ofício.
"entregar esse equipamento em fornos de algodres? não sei se consigo!"
"a canalização da sua casa de banho rebentou? esta semana não posso..."
"não gosto muito de pintar casas...nem sequer tenho pessoal disponível para este mês!"
"eu sei que me está a oferecer trabalho, mas fazer o horário da noite para mim é chato"
se querem, conseguem!
se não querem, é porque não precisam!
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